|
::
Saiba a que velocidade realmente grava o Nero
Foi lançada a versão 2.0 do DVDx. Para quem não conhece
este software, o DVDx permite-lhe fazer backups dos seus dvd’s
para VCD 2.0, SVCD 1.0 ou Divx em apenas um simples passo.
Poderá ter backups de grande qualidade dos seus filmes
favoritos em MPEG1 sem precisar de ter 5GB livres no disco
Rígido.
Nesta versão 2.0 foram corrigidos bugs que ocorriam aquando do
uso do Windows 2000 ou XP, foi melhorada a inicialização do
descodificador. Foram também adicionadas características que
aumentam em muito a velocidade da criação do Backup.
Já disponível o disco 03 do
CDr Software.
::
Novas tecnologias sempre atrapalharam as
gravadoras.
A indústria fonográfica lamenta o efeito da tecnologia
sobre seu negócio desde o surgimento do Walkman, em 1979.
Apesar dos altos e baixos, porém, o comércio da música
resiste. Por Brad King.
A indústria fonográfica atribui o rápido declínio das vendas
de discos às tecnologias com as quais as pessoas podem copiar
e transportar música facilmente.
O ano é 1979. As fitas cassete e o Walkman da Sony eram as
tecnologias que inspiravam temor nas gravadoras. Vinte e dois
anos mais tarde, a indústria faz alegações semelhantes, mas os
vilões de hoje são os arquivos MP3 e os serviços de troca de
arquivos. A indústria fonográfica, que depende dos "hits" para
sobreviver, há muito vive à mercê do gosto popular, mas os
executivos ainda vêem estas tecnologias emergentes como um
perigo.
As vendas de CDs caíram 7% nos primeiros seis meses de 2002,
um fato que é atribuído ao aumento dos downloads de música
através de serviços de troca de arquivos, de acordo com um
relatório divulgado na última segunda-feira pela RIAA, a
associação americana da indústria fonográfica.
Este é o mesmo argumento apresentado há dois anos, durante a
batalha judicial das gravadoras contra o Napster. Na época, as
vendas de discos ainda estavam crescendo.
Hoje, o declínio parece apoiar as afirmações da RIAA. "Existem
diversos indicadores que ilustram de forma conclusiva o
impacto negativo do download de música na indústria
fonográfica atual", diz Cary Sherman, presidente da RIAA.
Mas a indústria passou por crises semelhantes quando a era das
discotecas chegou ao fim. Aparelhos portáteis como o Walkman
foram lançados, e os fliperamas estavam por toda parte,
disputando as limitadas reservas monetárias dos adolescentes.
Três anos de queda nas vendas atingiram seu pior momento
quando a CBS Records, que era uma das maiores gravadoras, teve
de demitir 300 empregados e fechar nove centros de
distribuição em uma sexta-feira de 1982, num evento relatado
no livro Hit Men.
Em meados da década de 80, as fortunas das gravadoras mudaram
de lugar. A MTV havia recriado a figura do rock star. O
mercado de videogames se desintegrou e o CD suplantou a fita
cassete, forçando os consumidores a trocar suas fitas e discos
antiquados por música digital.
O Congresso americano também agiu para garantir que as novas
tecnologias não engoliriam os antigos modelos de negócios. Em
1992, foi criado um imposto que elevava em alguns dólares o
preço das fitas de áudio digital e gravadores digitais. Esse
dinheiro era distribuído entre as gravadoras.
"Cada uma dessas mudanças parece chocante a princípio, assim
como o fato de se poder enviar uma cópia digital perfeita de
uma gravação de áudio", diz Jim Griffin, CEO da Cherry Lane
Digital.
Enquanto a RIAA trabalha duro para manter seu modelo de
negócio, os consumidores continuam adotando novas formas de
mídia musical. O mais recente estudo feito pela entidade
revela isso. As pessoas estão baixando mais música e gravando
mais CDs, de acordo com um estudo realizado pela firma de
pesquisa Peter D. Hart. Os internautas também estão mais
propensos a baixar a música - e não comprar o disco - depois
de ouvi-la pela primeira vez.
O estudo, porém, é apresentado em termos abrangentes e não
explora os motivos por trás das ações dos consumidores. Por
exemplo, o documento diz que as pessoas compraram mais CDs
graváveis, - 11,3 esse ano, contra 5,8 no ano passado - mas
não diz se essas mídias foram usadas para fazer cópias de uso
pessoal ou para criar cópias ilegais para distribuição.
O estudo também ignora o efeito dos serviços de música por
assinatura Pressplay e Musicnet, iniciativas apoiadas pelas
cinco maiores gravadoras, sobre as vendas de CDs no varejo.
Alguns analistas acreditam que tudo isso acontece porque as
gravadoras não oferecem nenhuma opção aos consumidores na
Internet, fazendo com que tenham que encontrar música por
conta própria. "Os consumidores estão começando a compreender
o significado da tecnologia digital", diz P.J. McNealy,
analista da empresa de pesquisa no mercado de tecnologia
Gartner G2. "Isso se une ao fato de os fabricantes de PCs e
provedores de Internet estarem interessados em virar
provedores de entretenimento. A música é a primeira medida
nesse sentido, mas demora tempo para mudar o comportamento dos
consumidores".
"A indústria da música está passando por um novo período de
revolução tecnológica como aquele de quase 30 anos atrás, e
vai demorar um pouco para que ela reverta a receita para a
direção certa".
Fonte:
Wired News
Att. Webmaster
www.xcopy.com.br
|